quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Quando há uma conversa sobre carros e o assunto vira o design dos veículos, todo mundo se lembra daquela Ferrari estilosa, de um Porsche invocado ou então de um Lamborghini capaz de arrancar suspiros até mesmo dos menos apaixonados por automóveis.

Entretanto, existe também o outro lado da moeda. Estamos falando dos carros feios! Ao longo dos anos, as montadoras já conseguiram criar conceitos que não caíram no gosto de ninguém. E o pior: muitos deles chegaram a ser fabricados e comercializados. Confira agora alguns dos veículos mais feios da história dos automóveis.

Peel P50


Peel 50 (Fonte da imagem: Ultimate Car Page)

O Peel P50 não era um carro, mas sim um microcarro. O veiculo, produzido na década de 60, é considerado o menor já construído e tinha aproximadamente 130 centímetros de comprimento. Sua capacidade era de “um adulto e mais uma sacola de compras”.

Marcos Mantis M70

Marcos Mantis M70 (Fonte da imagem: AutomotiveImage.org)

O Marcos Mantis M70 foi mais um grande insucesso de uma empresa que nunca conseguiu chegar ao destaque no que diz respeito à criação de carros esportivos. Com um design que pretendia ser agressivo e ao mesmo tempo moderno, o carro fracassou, vendendo pouco mais de 30 unidades em dois anos de produção.

Aston Martin Bulldog

Bulldog (Fonte da imagem: Autodrame-Cannes)

Falando em esportivos, as companhias mais famosas também conseguiram pisar feio na bola. O Aston Martin Bulldog só teve uma unidade produzida e contava com linhas agressivas e muito poligonais, como se tivesse saído de um antigo game de corrida.

Tyrrell P34

Tyrrell de seis rodas (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Não só os carros de rua sofreram com o mau gosto de seus desenvolvedores. A Tyrrell, antiga equipe participante do Campeonato Mundial de Formula 1, conseguiu chamar a atenção do público nas temporadas de 1976 e 1977.

O problema é que não foi pela conquista de vitórias ou grandes apresentações, mas sim pelo estranho design do seu bólido. O  trazia nada menos do que duas rodas a mais do que os seus adversários, se tornando assim o único carro do campeonato com seis rodas: duas na parte traseira e quatro na dianteira. Além disso, o bico do carro também não era nada bonito.

Ford Edsel

Ford Edsel (Fonte da imagem: Autopistas)

Prometendo ser mais do que “somente mais um carro da Ford”, o Ford Edsel realmente conseguiu impressionar o público quando foi lançado. Se antigamente os carros grandes e espaçosos eram muito apreciados, até mesmo naquela época essa traseira foi considerada um grande exagero.

Fiat Multipla

Fiat Multipla (Fonte da imagem: Auto Car World)

O Fiat Multipla foi inexplicavelmente produzido na Europa por mais de uma década. O carro contava com várias particularidades estranhas, a começar pelas janelas desproporcionalmente grandes.

Além disso, o veículo trazia também um par de faróis extras logo abaixo do para-brisa, e espelhos retrovisores que pareciam mais duas orelhas nas laterais do automóvel.

Egochine B

Egochine B - Carro ou barbeador? (Fonte da imagem: Jalopnik)

Quando se fala em carros de gosto duvidoso, os conceitos sempre aparecem. E o Egochine B consegue chamar a atenção, mesmo se tratando somente de uma ideia.

O veículo, baseado em algo chamado de “retrofuturismo”, traz uma modelagem em “T” com lugar para somente um passageiro, além de uma carroceria supercomprida. O problema é que os desavisados podem acabar confundindo o conceito com um barbeador elétrico.

Gurgel G15

Gurgel, o carro quadrado (Fonte da imagem: 4Carros)

O Brasil e os carros genuinamente nacionais não poderiam ficar de fora. Os veículos da Gurgel sempre foram marcados pela simplicidade absurda em suas linhas, trazendo um design extremamente quadrado.

E entre os lançamentos da empresa, o Gurgel G15 com certeza é o que mais simboliza esses traços poligonais. A caminhonete parecia mais um brinquedo LEGO montado por alguém com certo entendimento de engenharia mecânica do que, de fato, um veículo utilitário de verdade.

Aston Martin Lagonda Wagon

Aston Martin Lagonda Wagon (Fonte da imagem: Rpmgo)

A Aston Martin produziu o Lagonda Wagon inspirando-se na antiga Langonda, empresa que a companhia havia adquirido anos atrás. O problema é que o carro parece ter sido muito mais influenciado pela Família Adams, uma vez que o veículo se assemelha a um verdadeiro carro funerário.

Sebring Vanguard Citicar (Fonte da imagem: Popular Restorations)

Considerado como o primeiro carro elétrico a ser comercializado, o Sebring Vanguard Citicar atingia até 55 km/h e chegou a competir com o Fusca nos Estados Unidos.

O problema é que o veículo, além de muito estranho, não trazia nenhuma segurança para quem andava com ele. Os donos eram instruídos, inclusive, a não sair com o carro na chuva.

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É possível perceber que as montadoras são capazes de criar verdadeiras obras-primas, mas, quando eles erram, também conseguem colocar verdadeiros desastres nas ruas. E aí, você compraria algum desses carros?

terça-feira, 15 de novembro de 2011

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  Com Call of Duty: Modern Warfare 3 e Battlefield 3 já nas lojas e depois de se saberem os números das vendas iniciais (Battlefield 3 vendeu 5 milhões numa semana enquanto que Modern Warfare 3 vendeu mais de 6.5 milhões num dia), uma série de analistas deram a sua opinião sobre como as coisas estão a correr  entre estes dois pesados pesados. Ao que parece todos saem a ganhar, quer a Electronic Arts como a Activision, e até os próprios jogadores. Piers Hardling-Rolls, da Screen Digest, explicou que pensa que Battlefield 3 não roubou um número significativo de vendas à Activision, no entanto conseguiu com que a EA tivesse um aumento na fatia de mercado no que diz respeito ao género FPS.

  "Graças às campanhas agressivas das lojas em relação às promoções de troca de jogos usados e à boa calendarização dos lançamentos, os jogadores foram capazes de usufruir os dois jogos não muito mais pelo custo de um único jogo," disse ele.

  "Isto ajudou a expandir o mercado de uma forma significativa nas primeiras semanas de lançamento. Isto significa também que apesar de Battlefield 3 não ter feito estragos nas vendas de Modern Warfare 3, a EA definitivamente conseguiu aumentar na globalidade a sua quota no género dos shooters. Como tal as duas companhias estarão satisfeitas, assim como os retalhistas."
Ele argumentou que no futuro a Activision vai continuar a estar na mó de cima ao oferecer aos seus clientes um compromisso a longo prazo de grande valor.

"A nova medida de sucesso para estes títulos é a sua longevidade através das partidas online e um compromisso permanente com os jogadores ao longo de vários meses," disse ele.

"Isso vai ajudar a que estes títulos continuem a vender e a manter a sua dinâmica, ao lançarem várias doses de DLCs e ao manter uma base de utilizadores prontos para o próximo grande jogo."

"Nesse aspeto a Activision Blizzard lidera com o seu CoD Elite e acredito que irá continuar a desfrutar de um melhor compromisso online. Neste ponto a EA parece estar um ano atrás no que diz respeito à sua estratégia online para Battlefield." Michael Pachter concorda que Battlefield 3 não conseguiu fazer mossa nas vendas de Modern Warfare 3, mas no entanto para ele o jogo tem vindo a ser um grande sucesso para a Electronic Arts. Ele argumentou que a única esperança que a EA tem de retirar a Activision do trono dos FPS, é se a companhia de Call of Duty baixar a sua fasquia.

"Penso que é razoável assumir que Call of Duty irá atingir o seu pico, mas para ultrapassar Call of Duty, Battlefield tem de vender 25 milhões de unidades, ou então Call of Duty teria que sofrer um declínio."

"Penso que não seja possível que Battlefield se torne no jogo mais vendido de sempre, uma vez que para que isso aconteça, Battlefield teria que construir uma comunidade multiplayer tão grande e vibrante como aquela que Call of Duty tem na atualidade."

"Penso que as alegações da EA são análogas a alguém dizer que o seu telemóvel vai vender mais que o iPhone; só é possível se o iPhone vacilar. Pela lógica. Battlefield só irá ultrapassar Call of Duty apenas se Call of Duty vacilar."
Pachter sugeriu que a arrogância da EA antes do lançamento do jogo ficou-se por ali, e que na verdade a editora nunca esperou que o seu jogo ultrapassasse Call of Duty.

"Os números estão dentro daquilo que eu esperava. Não tenho a certeza de que a EA esperasse mesmo ter impacto sobre Call of Duty, eles querem apenas a sua fatia de um mercado que é muito grande. Battlefield será provavelmente o maior jogo da EA deste ano, por isso tenho a certeza de que a EA está contente."
Billy Pidgeon, da M2 Research, deu também o ar da sua graça, sugerindo que a EA pode colher frutos no futuro ao dar maior enfoque a Battlefield no PC.

"Acredito que Battlefield 3 possa continuar a expandir-se particularmente no PC, e isso também dá à EA um maior alcance em mercados onde existe uma penetração de consolas insignificante," argumentou ele.

"Para isso acontecer a EA pode maximizar a sua base PC em Battlefield 3, de preferência com modelos de negócio como o free-to-play ou o pagar por sessão de jogo."

"Para a franquia Battlefield ultrapassar Call of Duty, tudo é possível. É possível, se não provável, que Battlefield 3 possa ultrapassar Modern Warfare 3. É muito provável que Battlefield 3 possa acabar por surgir em mais sistemas através de cópias distribuídas gratuitamente."
Por fim Pidgeon referiu que Call of Duty tem outra arma no seu arsenal que não tem vindo a ser tomada muito em conta no que diz respeito aos valores de receitas: o serviço de subscrição Elite.

"As unidades lançadas e os números de receitas não representam o impacto total de Modern Warfare 3 nas lojas, uma vez que as mesmas não incluem os números das subscrições do serviço Elite Premium, e que deveriam ser consideradas," disse ele.

"Por exemplo, se um quinto das 6.5 milhões de unidades vendidas no primeiro dia forem acompanhadas pelas subscrições Elite Premium, isso seria o equivalente a um milhão de unidades adicionais nas receitas."

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Milla Jovovich divulgou mais dois vídeos dos bastidores de 'Resident Evil: Retribution', quinto filme da franquia 'Resident Evil'.

Em um deles, podemos ver a atriz Li Bingbing, que vive Ada Wong.

 

A actriz Milla Jovovich continua a sua saga em mostrar diversos elementos da nova sequel de «Resident Evil» e desta vez decidiu fazer, literalmente, uma «tour» pelos sets de « Resident Evil: Retribution».

Mais curioso ainda é que o vídeo parece saído de um daqueles trabalhos em found footage, o que acaba por dar ainda mais «graça» ao seu conteúdo.

« Resident Evil: Retribution» chega aos cinemas a 13 de Setembro de 2012 e conta no elenco com Milla Jovovich (Alice), Sienna Guillory (Jill Valentine), Colin Salmon (One), Boris Kodjoe (Luther West), Shawn Roberts ( Albert Wesker) e Michelle Rodriguez (Rain).

domingo, 13 de novembro de 2011

O lançamento do novo console da Nitendo, o Wii U, pode não ter uma data de lançamento definida, mas o título de um novo jogo foi confirmado. As informações são do Gigwise.

O Team Ninja ¿ responsável pela série Nija Gaiden ¿ revelou que o Ninja Gaiden 3: Razor's Edge será um dos títulos disponíveis para o Wii U. De acordo com o site, mesmo sem data marcada, o jogo deve sair ainda em 2012.

Para outras marcas como PlayStation 3 e Xbox, o terceiro capitulo da saga deve sair no dia 7 de fevereiro de 2012. No entanto, não há informações se a jogabilidade será igual para todas as plataformas.

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Confira novas imagens do Aiolos de Sagitário, Dohko de Libra e Saga de Gêmeos no jogo Saint Seiya Senki para PlayStation 3!
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Veja também algumas imagens da PSN com o novo jogo dos cavaleiros de Athena em destaque.
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Nenhuma demo foi disponibilizada ainda, e como o lançamento do jogo está a menos de 1 mês de acontecer é bem provável que isso não aconteça.
O jogo irá lançar no dia 23 deste mês, daqui a duas semanas.
Prepare-se para se arrepiar de medo com a nossa seleção dos jogos mais assustadores de todos os tempos

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Não só filmes conseguem dar sustos em seus espectadores, jogos de vídeo game também conseguem reproduzir esse efeito muito bem.


Seja o susto de ter alguma criatura sombria pulando em você, ou ter arrepios ao explorar um ambiente totalmente sinistro, os jogos, cada vez mais imersivos, conseguem produzir sustos cada vez maiores.


Leia adiante para conferir a nossa seleção de dez jogos que você não vai querer jogar no escuro...



Dead Space / Dead Space 2

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A série de survival horror da EA talvez não tenha a ideia mais original do mundo para um jogo, mas ela é executada com maestria. Todos os elementos clássicos do terror estão aqui, incluindo os corredores com quase nenhuma luz e os monstros horripilantes que pulam em cima de você, saindo do escuro. Enquanto os primeiros encontros com os 'Necromorphs', corpos humanos deformados e infestados por uma criatura alienígena maligna, irão proporcionar muitos sustos, o que realmente da o ar aterrorizante do jogo é a atmosfera dos ambientes e sons que você irá encontrar.

Ano: 2008

Plataformas: Xbox 360, PS3, PC, iOS, Blackberry Tablet OS


BioShock

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BioShock pode não ser o jogo de terror tradicional, mas ainda assim possui todos os elementos que fazem um game aterrorizante, monstros mutantes, o ambiente sinistro da cidade de Rapture, e as esquisitas 'little girls'. Mas realmente, é a história perturbadora que torna tudo mais assustador, desde os dilemas morais que você terá de enfrentar, até as histórias horripilantes de planos para melhorar a vida da humanidade que deram muito errado.

Ano: 2007

Plataforma: Xbox 360, PC, PS3, Mac


Eternal Darkness: Sanity's Requiem

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Alguns jogos podem te deixar louco, mas poucos levam isso tão ao pé da letra quanto 'Eternal Darkness: Sanity's Requiem'. A pegadinha esperta do jogo está no fato de que, enquanto você luta contra os espíritos do jogo, o seu 'medidor de sanidade' vai abaixando, e o jogo começa a pregar peças em você e alterar os ambientes para refletir a sua loucura.

Ano: 2002

Plataforma: Nintendo GameCube


Condemned: Criminal Origins

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A história de terror psicológico de um agente do FBI caçando entidades do mau foca nos elementos básicos do terror: violência extrema, muito sangue e alguns locais extremamente perturbadores (com um shopping abandonado sendo o pior destes). Os sons contidos no game também contribuem para a atmosfera assustadora.

Ano: 2005

Plataformas: Xbox 360, PC


Doom 3

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Se tratando de táticas fundamentais de terror para games, como monstros horríveis pulando em você de forma inesperada, ainda é difícil de bater este clássico do gênero. A história da série 'Doom', que fala sobre uma colônia humana em Marte que acidentalmente abre um portal do inferno que liberta todo tipo de demônios, ainda continua sendo o padrão para muitos jogos da espécie.

Ano: 2004

Plataformas: PC, Xbox, Mac, Linux


Siren: Blood Curse

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Enquanto muitos games emprestam ao protagonista da história uma série de poderes sobre-humanos e armas poderosas, 'Siren: Blood Curse' não segue este padrão. Como resultado, temos um jogo em que a principal estratégia contra os mutantes zumbis que você irá encontrar em uma pequena vila japonesa é correr e se esconder sempre que possível. O que o torna muito assustador.

Ano: 2008

Plataforma: PS3


F.E.A.R.

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F.E.A.R. seria apenas mais um jogo de tiro tradicional, se não possuísse um fator primordial que está constantemente associado aos clássicos do terror, uma garotinha assustadora. A garota, Alma, aparece nas horas menos esperadas durante o game, rendendo alguns bons sustos e um certo ar sinistro ao game.

Ano: 2005

Plataformas: PC, Xbox 360, PS3


Project Zero/Fatal Frame

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'Project Zero' (também conhecido como 'Fatal Frame') é uma brilhante história de fantasma japonesa com uma sacada inteligente - a única arma que a sua personagem, uma garota presa em uma mansão assombrada, pode usar é a sua câmera fotográfica. Para você sobreviver, terá de capturar os fantasmas por meio de fotos, e para isso você tem que deixar eles se aproximarem...

Ano: 2001

Plataformas: Xbox, PS2


Série Resident Evil

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O primeiro jogo da franquia Resident Evil, em 1996, colocou o gênero survival horror em destaque no mundo, e a série ainda continua produzindo bons frutos até os dias de hoje, com o Resident Evil 4, de 2005, sendo provavelmente o melhor de todos até hoje. Altamente influente (e imitada), a franquia consegue proporcionar diversos sustos com as suas hordas intermináveis de zumbis e mutantes. A cena do primeiro, na qual cachorros pulam através da janela de um dos corredores da mansão abandonada, ainda é uma das mais assustadoras de todos os tempos no mundo dos games.

Anos: Resident Evil - 1996 / Resident Evil 4 - 2005

Plataformas: Resident Evil - PlayStation, PC, Nintendo DS / Resident Evil 4 - PC, Xbox, Xbox 360, PS2, PS3, GameCube, Wii, iPad e mais


Silent Hill / Silent Hill 2

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Com uma varieda de monstros assombrando uma sinistra e pequena cidade norte-americana, os jogos da série Silent Hill definiram o padrão de como se deve assustar um jogador. Enquanto Resident Evil foca em um combate tenso e frenético, Silent Hill usa muito de sua atmosfera absolutamente aterrorizante para proporcionar uma das experiências mais incríveis da história dos games.

Ano: Silent Hill - 1999 / Silent Hill 2 - 2001

Plataformas: Silent Hill - PlayStation, PSN / Silent Hill 2 - PS2, Xbox, PC

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Em conversa com a IGN, Kazunori Yamauchi, conhecido pelo seu trabalho como criador e produtor da série Gran Turismo, confirmou que Gran Turismo 6 já está em desenvolvimento.


"Claro que já estamos a trabalhar em GT 6," disse Yamauchi ao site Norte Americano dizendo ainda que o que vai separar o atual do próximo não é algo que se possa inserir através de conteúdo adicional.


Yamauchi diz que vai continuar a dar apoio ao atual e podem contar com novos carros de dois em dois meses e o criador espera que os fãs se envolvam mais com o que pode vir a ser disponibilizado no futuro.

Os criadores do jogo deixam bem claro: Saints Row é uma série de games "selvagem". Para os executivos da THQ, nem GTA, que tem mortes, roubos, tráfico e prostituição, chega aos pés do jogo que mescla a violência e a sensualidade, tudo com uma veia cômica. Saints Row: The Third chega às lojas na terça-feira (15).

Sem nem o terceiro jogo da série ter chegado às prateleiras, a empresa já afirmou que existe uma equipe trabalhando no quarto número do game. Eles prometem que o título será ainda mais selvagem que o atual, onde o jogador pode executar mortes sangrentas, agredir velhinhos, explodir itens, entre muitas outras coisas.

Sistema operacional foi pensado para ser sustentável sem abrir mão de alto desempenho.


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Como desenvolver um sistema operacional potente, mas igualmente econômico e sustentável? Com o Windows 8, a Microsoft pretende atingir esse objetivo ? e divulgou publicamente como ele deve funcionar na prática.

A explicação foi postada no Building Windows 8, o blog oficial de desenvolvimento do produto. Segundo a mensagem, a empresa vai focar em três objetivos:

Potencializar o hardware, independente de qual seja a plataforma (PC ou móvel) ou a utilidade (para games ou lazer);
Providenciar maior vida útil para baterias de aparelhos que rodam o sistema operacional;
Trazer funções de economia de energia dos smartphones para computadores.
Além de reduzir o impacto ambiental causado pelo consumo elevado de energia, essa preocupação ajuda a desenvolver uma integração ainda maior entre o hardware, o sistema operacional e os aplicativos nele inseridos. A chave, segundo a postagem, é balancear essa economia com o desempenho da máquina. Para isso, os engenheiros da empresa estão de olho nas últimas análises e pesquisas sobre processadores, gasto de eletricidade e aquecimento dos aparelhos, tudo para obter um equilíbrio maior no Windows 8.

A interface Metro é um dos resultados dessas pesquisas: o uso do Windows 8 foi totalmente pensado para ser econômico, já que os desenvolvedores podem fazer com que seus aplicativos funcionem apenas quando o consumidor desejar, permanecendo ociosos quando estão fechados ou em segundo plano. Desse modo, além de gastar menos energia, a memória RAM também é poupada, melhorando a navegação pelo sistema.
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A história é baseada na mitologia nórdica, e tudo começa com o retorno de um Dragão milenar que pretende aterrorizar o mundo.

A Capcom pretende emplacar uma nova franquia no mercado com esse game que está sendo criado pela mesma mente brilhante por trás de Devil May Cry.

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O jogo não parece ruim, pois pelo jeito ele será uma mistura de Shadow of the Colossus e o mais clássico possivel em questão de RPG's, mas, não querendo desmerecer, ele parece uma xerox de Skyrim, que só muda alguns elementos de gameplay, porém parece ser divertido e intressante de jogar.
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