Com esse novo trailer, Cory Ledesma, produtor do jogo WWE'13 apresenta aos fãs da luta-livre as novidades do novo jogo da série.
WWE LIVE! Com essa nova tecnologia, as lutas no jogo soarão exatamente como em um evento ao-vivo. Inúmeros novos sons da torcida vão levar você pra dentro de um evento da WWE, simulando exatamente as reações do que está acontecendo. O reconhece o que está acontecendo no ringue, e automaticamente faz a torcida ovacionar, vaiar, gritar e até ficar de pé. Com os novos SPECTACULAR MOMENTS, você irá sentir a emoção de uma manobra sensacional com uma torcida sensacional. Você pode não perceber a diferença, mas no vídeo, Cory compara com a torcida do WWE'12. A mudança é drástica! No WWE'13 eles reagem a Kick-Outs, Submissions, quando você acerta finishers e muito mais! Não só a torcida tem novos sons, mas também os objetos, chão do ringue e golpes, darão uma experiência nunca antes vista num jogo da WWE. OBS: Todos que viram a Raw depois da Wrestlemania, vai saber exatamente do que isso se trata!
Como WWE'13 tem dois períodos, a WWE atual e a Attitude Era, dois tipos diferentes de comentários estão no jogo. Jerry Lawler e Michael Cole para a WWE atual, e Jim Ross e Jerry Lawler para a Attitude Era.
WWE'13 vai contar com os mais realísticos modelos de superstas já vistos num jogo da WWE. Foi também criado novos modelos para os gigantes da WWE, como Big Show e Mark Henry, dando assim, mais presença e tamanho nos gigantes dentro do ringue.
PREDATOR TECHNOLOGY 2.0 No ano passado, a equipe produtora trabalhou duro na Predator Technology. Agora ela está de volta, mais suave, simples e dando fluência ao jogo. A ideia é que, tendo uma jogabilidade mais suave, o jogador possa reagir rapidamente a golpes, como na WWE. Junto com a nova Predator Technology, foram implementadas centenas de novas animações. Uma das grandes mudanças, são os finishers no ar, instantaneos e que te ajudam a recuperar momentum.
WWE'13 será lançado no dia 30 de outubro para PS3, XBOX 360 e Wii.
Se a Nintendo está oferecendo incentivos para quem compra via mídia digital, também há vantagens para quem compra em formato físico. Danny Bivens, do site Nintendo World Report, decidiu comprar New Super Mario Bros. 2 em caixinha e teve duas surpresas: o jogo estava 800 ienes mais barato que o habitual e também possui uma capa reversível. Confira as imagens da capa do jogo:
E qual você prefere? Agora, só nos resta saber se a versão americana também terá capa reversível. New Super Mario Bros. 2 chegará à América dia 19 de agosto.
A morte de civis é uma coisa rara nos games. Todas as guerras no mundo real resultam na perda de vidas inocentes; danos colaterais são uma cruel realidade dos conflitos. Mesmo assim, a maioria dos jogos de guerra acontecem em arenas perfeitamente planejadas, com cada um dos “times” marcado claramente, e sem a presença de inocentes.
Spec Ops: The Linetentou ser diferente em diversos aspectos, mas um dos mais marcantes foi em como abordar a morte de civis. Talvez o mais marcante disso tudo tenha sido que as cenas mais provocativas do jogo não pareciam deslocadas ou gratuitas.
Spoilers de Spec Ops: The Line a seguir
Spec Opsconta a história de três soldados que se metem na agora-destruída cidade de Dubai procurando por um coronel desertor e sua tropa perdida. O que se segue é uma jornada infernal. A mente e a moral dos soldados são testadas ao limite. É uma reflexão fascinante sobre o papel do jogador num jogo de guerra, e trata-se de um jogo que é relevante tanto por suas falhas quanto por seus acertos.
Em uma cena particularmente forte, perto do fim do jogo (vídeo abaixo), o protagonista Capitão Walker e seu companheiro Adams estão procurando pelo terceiro membro do esquadrão, Lugo. As coisas fugiram do controle, os três estão à beira de um colapso. Eles estão feridos, impacientes uns com os outros, e a situação caótica não dá sinais de melhora.
Adams e Walker encontram Lugo sendo linchado por uma multidão de civis furiosos. Walker atira na corda em que Lugo está sendo enforcado, e parte para tentar revivê-lo. Em qualquer outro jogo, Lugo voltaria à vida no último minuto, mas aqui não – Lugo está morto, e agora a multidão avança sobre Walker e Adams.
Você é colocado numa situação impossível, sem saída, e fica dominado pelo medo, pelo stress. Você não consegue atravessar a multidão, porque eles empurram você de volta. Eles começam a jogar pedras, o que vai deixando você cada vez mais próximo da morte. A mira da arma aparece na tela. Parece que só existe uma saída.
Quando você abre fogo, os civis imediatamente fogem. Essa é uma das “linhas” a que o título do jogo se refere. E numa guerra de verdade, essa linha é cruzada o tempo todo, com certeza. Uma pessoa está ameaçando você. É difícil dizer se ela é um civil ou um soldado inimigo. O que você faz?
Eu conversei na semana passada por telefone com Walt Williams, escritor deSpec Ops. Nós falamos sobre essa cena, e também sobre a abordagem que ele deu a outros elementos potencialmente controversos do jogo.
“Nós queríamos que fosse uma situação bastante caótica”, ele disse. “Bem como seria na vida real. Existe um jeito de sair dali [sem atirar nos civis]. Você pode assustá-los, atirar para cima. Mas eu acho que a maioria dos jogadores provavelmente acabou atirando neles, fosse necessário ou não.”
“Sei que nos grupos de teste, várias pessoas atiraram nos civis mesmo que não quisessem, ou pensaram que essa era a única saída. Mas a situação foi projetada para você pensar desse jeito. Queríamos que você se sentisse muito pressionado, sem saber o que fazer. ‘Nós temos que atirar neles. Eles estão ficando violentos, o que nós vamos fazer?’. Porque é exatamente assim que um soldado naquela situação iria pensar. Colocar o personagem nesse mesmo clima foi fundamental para grande parte do jogo. E acho que nós conseguimos acertar, graças a deus, porque foi uma das partes mais difíceis.”
Williams reconhece como é fácil entender errado esse tipo de coisa. “Você comete um deslize aqui, e compromete todo o resto”, ele disse. “Nós passamos um pente fino sobre isso incontáveis vezes, para ter certeza de que não houvesse nada no jogo que estivesse lá só para chocar. Por exemplo, tínhamos uma regra rígida desde o começo, de que não poderia haver civis ao menos que houvesse uma razão real – tinha que existir uma razão orgânica e narrativa para ter essas pessoas na cena. Não queríamos simplesmente ter civis correndo por aí, no fogo cruzado, porque então seria ‘o jogo em que você mata inocentes o tempo todo’”.
Perguntei a Williams se houve alguma coisa que precisou ser cortada do jogo. Ele diz que parte da brutalidade do ambiente foi removida porque acabou sendo excessiva, assim como uma cena que mostrava um civil com uma bomba amarrada no peito. “Basicamente, era ‘você mata estes inocentes, ou aqueles inocentes?’. Acabaria passando a sensação de que Konrad e seu 33º batalhão eram uma espécie de Coringa, ou vilão dos quadrinhos. E apesar de termos algo parecido com isso mais tarde no jogo, com os dois homens pendurados na placa de trânsito, era mais uma questão de escolha, um aspecto ‘meta’ do jogo, em que Walker pode optar por A ou B, mas a real escolha é: você vai fazer o que o jogo está mandando, ou você vai tentar fazer alguma coisa diferente? E foi por isso que essa escolha em particular permaneceu no jogo, porque ela estava diretamente envolvida com o que estávamos tentando fazer com o arco da história, que é falar de jogador vs. jogo”.
Eu fiquei assustado por não ter considerado que a cena de atirar em civis era questionável. Isso é um problema? Sim. Mas é justamente esse o ponto; isso pareceu necessário, ao passo em que a fase “No Russian”, deCall of Duty: Modern Warfare 2, não pareceu.
Williams disse que sua equipe trabalhou para evitar a confusão de “no Russian”, e a solução mais fácil foi fazer da morte dos inocentes parte integrante da história que eles estavam tentando contar. “O que mais me incomodou [em No Russian] foi que você poderia optar por não jogar. E isso me pareceu um sinal de alguém dizendo ‘Nós queríamos fazer algo que causaria controvérsia, mas que na verdade não é necessário para o jogo, então você pode optar por não jogar esse trecho’.”
“Nós nos desdobramos para ter certeza de que tudo que pudesse ser controverso fosse absolutamente necessário, que surgisse a partir dos eventos anteriores, e que fosse diretamente ligado à história. Algo que, se você tirasse, mudaria totalmente a história.”
A publisher Pix'n Love lançou um livro totalmente dedicado a Final Fantasy VII. Essa enciclopédia de artworks, escrita por dois franceses que fizeram uma busca enorme do assunto durante três anos, possui 320 páginas com diversas curiosidades do game. Vendida apenas na Europa (e possivelmente apenas na França), o livro sai por 20 euros. Quem teve a chance de ir na Japan Expo (evento que anunciou Tales of Xillia para o Ocidente) podia fazer a compra do livro.
Você já ouviu a conversa.League of Legendsé ojogo competitivomais importante do mundo, estáchegando ao Brasil traduzido, League of Legends é isso, é aquilo. O MOBA (Multiplayer Online Battle Arena) da Riot Games é, realmente, um jogo divertido. Mas não é exatamente simples, e é por isso que reunimos algumas dicas aqui.
Quando a Valve abriu as porteiras deTeam Fortress 2para o mundo Free 2 Play, nós fizemos um pequeno Guia de Sobrevivência para que você pudesse começar sua carreira de capturador de pontos sem medo de ser feliz. Agora com oBeta brasileiro de League of Legends em chamas, é hora de conhecer melhor o jogo, para que ninguém nunca mais precise perguntar o que é “gunkar”, ou por quê estão mandando você “ir bot”.
Nós conversamos com jogadores profissionais e colegas experientes, que já estão no jogo há um bom tempo, e reunimos os principais conselhos a seguir.
O básico
League of Legends é a cria indireta deDefense of the Ancients, o DoTA, uma modificação tão particular deWarcraft 3que acabou ganhando vida e inaugurando um gênero próprio – apesar de o ângulo de visão e “o prazer de clicar”, tão característicos da Blizzard, permanecerem intactos. No universo do jogo você é um Invocador e, como tal, convoca um Campeão para lutar por você nos Campos da Justiça. Na prática, isso significa montar times de cinco contra cinco personagens e travar uma batalha que vai durar, em média, de 20 a 25 minutos (mas podendo muito bem ir além disso, em casos mais casca-grossa), para invadir a base do adversário, destruir suas Torres, seus Inibidores e, finalmente, o Nexus – um equivalente aproximado de “plantar a bomba” emCounter-Strike, com a diferença que, em LoL, você bate na bomba até ela explodir.
Mas não basta ter dedos. É preciso ter disciplina, preparação, trabalho em equipe e, principalmente, um pouco de estudo.
Faça o Tutorial
A dica pode parecer óbvia, mas não é. Quando você faz o Login pela primeira vez no jogo, ele pergunta qual o seu grau de experiência. Engula esse orgulho e diga que você nunca jogou coisa parecida na vida, se esse for o caso. Mesmo que você já tenha alguma experiência com jogos similares, ainda assim o tutorial vale a pena.
Lá você vai aprender a se movimentar com o personagem, a mexer com a câmera, a atacar e a reconhecer alguns dos elementos principais da arena, e também uma das lições mais valiosas do jogo: deixar as Tropas irem na frente e apanharem por você. Preste bastante atenção nas dicas que a narradora dá, porque elas realmente são valiosas. Em outros jogos você pode ir assimilando tudo por instinto. EmLeague of Legends, não dá. Ou até dá, mas você vai morrer muito (e ser xingando muito) no processo.
Esporte Olímpico
League of Legendstem dois tipos de jogo: Clássico e Dominação, ambos com a opção de jogar com outros jogadores (PvP) ou personagens controlados pelo computador (Co-Op Vs. AI). O Clássico é aquele que já mencionamos: você e seu time enfrentam o outro time até que um dos dois consiga penetrar as defesas do adversário e destruir o seu Nexus. É o modo mais comum e mais jogado, além de ser o único usado em grandes campeonatos.
Já o Dominion se assemelha aos mapas de Pontos de Controle em jogos de tiro em primeira pessoa, nos quais os times se organizam para conquistar determinadas áreas no mapa, mas com algumas mudanças interessantes. Primeiro, cada ponto dominado vira uma Torre (ou seja, uma espécie de “canhão montado”) que dispara tiros de energia nos membros do time adversário. Apesar de isso não ser o suficiente para barrar um ataque bem organizado, impede que um Campeão solitário se esgueire pelo cenário e capture tudo sozinho sem ninguém perceber.
A outra mudança é a pontuação. Ao contrário dos shooters, aqui ambos os times começam com 500 pontos, e a equipe com menos áreas de conquista vai perdendo pontos, até zerar. É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, mas ele não é, necessariamente, um modo mais complexo.
Uma outra variante do Clássico é no mapa Twisted Treeline, feito para confrontos de 3 contra 3. Ele é menos usado e tem um design um pouco diferente.
Aula de Geografia
Para jogarLeague of Legends, você precisa entender onde você jogaLeague of Legends. Ou seja: o mapa.
Cada time tem a sua base, onde ficam o Nexus, a Plataforma de Invocação (na qual os personagens renascem), a loja, onde você compra equipamentos e itens, e os Inibidores. Quando um time quebra o Inibidor do adversário, significa que eles estão perigosamente perto de invadir a base, e também que eles passam a gerar Super-Tropas, bem mais fortes que o normal.
Summoner’s Rift, o mapa mais comum de League of Legends
Entre uma base e a outra ficam as Lanes, os corredores por onde os times andam, e é nelas que se passa a maior parte de uma partida do modo Clássico de LoL. Também por isso é saber bem como navegar nelas (ou entre elas).
Existem três Lanes ligando os dois cantos do mapa: a de baixo (“Bottom” ou “Bot”), a do meio (“Middle” ou “Mid”) e a de cima (“Top”). Não é obrigatório ir por alguma delas especificamente, mas todas servem como potenciais estradas de ataque e defesa, então recomenda-se que nenhuma Lane fique despovoada (por muito tempo, pelo menos) para que os Campeões adversários não façam a festa.
No meio do caminho, em todas as Lanes, ficam as Torres (ou “Turrets”), pilastras que disparam tiros de energia no membro do time adversário (seja Tropa ou Campeão) que se aproxime. Cada equipe temduastrês Torres em cada Lane, protegendo da porta da sua base até a metade do caminho, mais duas do lado do Nexus, como último recurso de defesa. Um dos objetivos básicos de uma partida Clássica é, como você pode imaginar, derrubar e defender Torres para poder invadir sem ser invadido.
No meio de tudo, cortando o mapa em diagonal, fica a Selva. Além de servir de atalho entre Lanes, ela esconde monstros neutros que, ao serem derrotados, dão algum tipo de bônus para todos os campeões do seu time, como mais força, por exemplo. Por isso não é incomum ver “Junglers” – Campeões que ficam passeando pela Selva, matando esses monstros e pegando inimigos desprevenidos nas Lanes.
No modo de Dominion, o mapa é um pouco diferente: existe só uma Lane, fechada em forma de círculo, cinco pontos de controle distribuídos dentro dela e vários caminhos menores ligando-as por dentro, e as bases de cada time.
Escalando o Time
Você fica desanimado quando liga seuUltimate Marvel Vs. Capcom 3e vê que existem 48 personagens para escolher? Bom, então é melhor sentar:League of Legendstem 101 Campeões.
Mas não se preocupe: apesar desse número meio assustador, a Riot Games fez o favor de dividi-los em categorias para que você entenda por cima, mesmo sem jogar, quais são os seus perfis. As classificações são as seguintes:
Corpo-a-Corpo
Personagens que precisam estar perto dos alvos para atacar. Geralmente têm atributos básicos bons (para compensar a exposição aos inimigos).
Lutador Personagens com estatísticas de defesa e ataque equilibradas. Isso quer dizer que eles servem tanto para dar dano no inimigo quanto para servir de isca, mesmo não sendo tão bom quanto nenhum dos dois tipos especializados.
Mago
Habilidades com poder alto – ataque básico nem tão forte assim. Também são bastante frágeis e precisam de proteção dos outros membros do time, mas conseguem causar muito dano em pouco tempo.
À Distância
O oposto dos Corpo-a-Corpo: personagens cujos ataques normais acertam os inimigos à longa distância, tornando a investida mais segura.
Suporte
Campeões que tornam a vida do resto do time mais fácil, com habilidades de cura, por exemplo, ou piorando indiretamente o desempenho dos adversários com veneno, reduções de velocidade e outros.
Assassino
Responsáveis por dar aquele porradão que leva o inimigo embora. Podem não ser os melhores personagens normalmente, mas têm habilidades que causam muito dano em um curto espaço de tempo, sendo ótimos para terminar qualquer serviço.
Tanque
Assim como nos MMOs, o Tanque é aquele que consegue aguentar mais porrada. É usado para controlar multidões e atrair a atenção dos inimigos enquanto os outros membros da sua equipe – com um poder de ataque maior – vão para a ofensiva.
Carregador
Personagens com ataque bastante alto que, como o próprio nome sugere, “carregam” o time para o ataque. O fato de eles serem ótimos atacantes, por outro lado, faz com que eles sejam alvos primários – e também exigem jogadores mais experientes. O Carregador ainda pode ser um “AD Carrier”, que se especializa em dano físico, e o “AP Carrier”, de dano mágico.
Furtividade
Personagens com pelo menos uma habilidade que os torna invisíveis aos inimigos. Bons para fazer ataques surpresa.
Recomendado
Campeões mais simples e que não requerem tanta experiência para serem usados – mas não são piores por causa disso.
Impulsor
Personagens que conseguem atacar rápido, matar Tropas e derrubar Torres com mais facilidade e assim – como o nome sugere – fazer com que o time empurre o adversário para a defesa.
Caçador da Selva
Personagens fortes e rápidos, que conseguem passear pela Selva, matando inimigos logo no começo do jogo, para garantir que a equipe fique mais forte. Ele também costuma aparecer “de surpresa” em alguma Lane para terminar de matar inimigos. Opera mais sozinho, mas é vital para o grupo.
Cada um dos personagens deLeague of Legendspode ter várias destas características combinadas, então a variedade é bem alta. Alguns dos Campeões bons para quem está começando são Warwick (Caçador da Selva), Ashe (Assassino), Soraka (Suporte), Katarina (Mago e Assassino) e Malphite (Tanque).
Ainda assim a principal recomendação com relação aos personagens é a seguinte: teste todos até achar um que você goste. Dois personagens do mesmo tipo podem ser brutalmente diferentes, então o que vale mais, no fim das contas, é a sua experiência com o Campeão. Siga o seu coração.
Dança dos Famosos
Cada partida deLeague of Legendsé diferente da outra, mas existe um fluxo característico que você pode seguir para não se perder.
1. Na tela de seleção de personagem, antes mesmo de a partida começar, escolha o seu Campeão e trave a escolha. Não é possível repetir o personagem, e os mais populares vão ser escolhidos primeiro, então é bom fazer isso com certa velocidade. Travar a escolha significa que ninguém mais pode selecionar aquele Campeão.
2. Durante a própria seleção de personagem, os jogadores costumam dizer, no chat, qual Lane vão tomar: Bot, Mid ou Top. A Lane do meio é a mais perigosa e, normalmente, é o Carregador (ou um personagem que consiga bater mais forte) que vai, sozinho, por lá. Uma formação padrão funcional é o tradicional 2-1-2, porque mantém todos os espaços ocupados. É importante definir bem quem vai por onde antes de a partida começar, e o tipo de personagem também influencia nisso. Não há muito sentido, por exemplo, em dois personagens de Suporte andarem juntos – é melhor que eles acompanhem alguém que vai batalhar mais ativamente.
3. Logo no início da partida você tem algum tempo para se preparar antes de as Tropas começarem a serem geradas. Aproveite para clicar no vendedor, ali do lado da Plataforma de Invocação, para comprar equipamentos (mesmo que você não tenha uma build fechada, os Itens Recomendados dão mais do que conta do recado), itens, e passar o mouse em cima da barra de habilidades para saber o que cada uma delas faz. Feito isso, comece a andar em direção ao seu destino – Top, Bot, Mid, Jungle ou o que for – porque a treta já vai começar
A tela de seleção de Campeões, com o botão de travar personagem em laranja, à direita.
4. O Tutorial disse, nós dissemos, mas não é demais repetir de novo: deixe as Tropas irem na frente. Seja contra as Tropas inimigas, as Torres ou os campeões, deixe as Tropas irem na frente. Assim, são elas que vão atrair os ataques, e você fica livre (e intocado, na medida do possível).
5. Cada Campeão ganha pontos de experiência com Tropas, Campeões e outras coisas que destrói, mas também ganha se um aliado estiver fazendo essas coisas por perto. Isso quer dizer que mesmo um personagem de Suporte, sem muito poder de fogo, pode subir de nível se estiver com um lutador competente ao lado. Com cada nível conquistado, você pode comprar uma habilidade nova ou melhorar uma que você já tenha comprado. Os personagens podem chegar, no máximo, ao nível 18.
6. Com o tempo você vai ganhando dinheiro automaticamente para comprar itens melhores na loja, mas você pode ganhar mais, matando inimigos. Mas há uma “pegadinha”: apesar de a experiência ser compartilhada, apenas quem dá o último golpe na Tropa ou Campeão ganha o bônus de dinheiro. Por isso muitos dos jogadores veteranos esperam para dar só o último golpe e assim garantir a bolada. E é por isso que muitos jogadores xingam quem “rouba” mortes. Pelo menos, quando se destrói uma Torre, todos ganham dinheiro.
7. Não tenha presssa de atacar. Geralmente os jogadores afobados são os que morrem mais. Não precisa ficar parado no lugar – zigezagueie por trás das Tropas e espere o Campeões inimigos se distraírem, ou a Torre mirar em um dos seus soldadinhos. As Torres, aliás, machucam bastante. Pense duas vezes antes de passar por alguma delas para perseguir alguém sozinho.
8. Comunicação é tudo. Pode parecer óbvio, mas quanto mais o time se comunicar, quanto mais coeso estiver, maiores as suas chances de vitória. Melhor se puder ser em um chat por voz, como o Skype, já que oLeague of Legendsnão tem esse serviço embutido. Senão, use o chat do próprio jogo e os sinais sonoros.
Quem quer Dinheiro?
Se você quiser um futuro emLeague of Legends, vai ter que investir. Tempo, claro. E dinheiro. Seja de verdade ou mentira.
Influence Points
É o dinheiro virtual de LoL. Você ganha Influence Points ao completar partidas, seja ganhando ou perdendo, mas, como é de se esperar, o lucro é maior se você sair vitorioso. Você usa IPs para comprar Campeões (porque a grande maioria vem bloqueada), Runas e Melhorias, mas normalmente você precisa acumular um valor grande para poder adquirir “mercadorias” melhores.
Riot Points
Esses são os pontos que você só consegue se gastar dinheiro de verdade – não dá para ganhar RPs dentro do jogo. Tudo o que você pode comprar com Influence Points também pode comprar por (uma quantidade bem menor de) Riot Points, com a exceção das Runas, das quais vamos falar logo adiante. Eles também são o único meio de comprar Skins diferentes para os personagens.
A loja de League of Legends, com os preços em IP e RP.
No servidor norte-americano deLeague of Legends, 650 Riot Points saem por US$ 5. Por US$ 50 você leva 7200 RPs, mais 700 pontos de bônus. Poppy, um dos Campeões mais baratos, por exemplo, sai por 260 RPs ou 450 IPs. Já Ezreal, um dos mais caros, custa 975 RPs ou 6300 IPs.
Para que você não saia gastando dinheiro às cegas, a Riot Games tem um sistema de rodízio de Campeões. A empresa “empresta”, toda semana, dez deles para todos os jogadores. Aí, se você testar e gostar, pode comprar sem medo.
Talentos e Runas
Além dos Campeões, você, o Invocador, também pode melhorar. É para isso que servem as Runas e os Talentos. Esse é, também, um dos pontos que reflete o perfil de cada jogador.
Talentos são como as árvores de habilidades deWorld of Warcraft– a cada nível que você passa, ganha um ponto para distribuir em Defesa, Ataque ou Utilidade. Colocando um ponto, por exemplo, em “Força Bruta”, você ganha “+1 de Dano de Ataque”, não importa qual personagem escolha na hora de começar a partida. E os pontinhos fazem diferença.
A parte boa é que, mesmo que você não goste do resultado da distribuição, pode pegar tudo de volta e começar de novo. O jogo também permite que você deixe várias páginas de Talentos salvas e escolha a build que quiser quando estiver escolhendo seu Campeão, antes da partida. Aí você pode trocar de perfil dependendo do personagem com quem for jogar.
A página de Runas, com algumas delas inseridas e os bônus mostrados do lado direito.
Já a Runas são pedras que você compra (com Influence Pints) e as coloca em um “tabuleiro” próprio para, mais uma vez, alterar os atributos do seu Campeão. Os espaços vão se abrindo aos poucos, um por nível, até chegar no 30 – nove Marcas, nove Selos, nove Glifos e três Quintessências.
Se você gosta de personagens de força bruta, por exemplo, pode combinar vários “Selo Superior de Força”, que dão +0.43 de Dano de Ataque cada para deixar seu Campeão levemente mais pedreiro. Mais uma vez, é um jeito de refletir o seu estilo e as suas estratégias pessoais dentro do jogo, o que é sempre bacana. E como as casas vão abrindo aos poucos, você dificilmente vai ficar perdido – experimente à vontade até ficar confortável com o sistema.
Glossário
Assimcomo nos jogos de luta,League of Legendstambém tem vários termos próprios. Eis alguns deles:
“Feedar”: É quando você morre muito para um mesmo inimigo. Isso faz com que você dê muito ouro e pontos de experiência para ele e, portanto, o “alimente” (“feed” em inglês). “Feedar” é deixar o oponente mais forte.
“Jungle”/”Selva”: Floresta que corta o mapa Clássico diagonalmente. Tem monstros que dão bônus para os times, além de servir como atalhos para as Lanes e cobertura.
“Lane”: Corredores que ligam as bases dos dois times no modo Clássico.
“Mid”, “Bot”, “Top”: Designações das Lanes do meio, inferior e superior, respectivamente.
“Gankar”: É quando o Caçador da Selva preparar uma armadilha, pela Jungle, para pegar oponentes desprevenidos.
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É claro que existe muito mais a descobrir e dominar no jogo, mas este é apenas um breve guia para iniciantes. Nós, do Kotaku, também já estamos por lá, e vamos aprendendo aos poucos também.
Agradecemos à equipe da Riot Games do Brasil, e aos jogadores Gustavo “gstv1″ Cima, da equipe Insight eSports, e Adso Castro pela colaboração com as dicas do guia.